Anunciado como o palco de Porto Alegre para a Copa 2014, o estádio Beira-Rio ainda não começou as reformas necessárias e exigidas pela Fifa. A remodelação da casa do Internacional está paralisada por três fatores: falta de dinheiro, demora na aprovação dos projetos de lei que isentarão as obras de impostos e, finalmente, o fato de a prefeitura ainda não ter aprovado o projeto do novo estádio colorado. A Fifa e o ministro do Esporte, Orlando Silva Jr., pressionam pelo início das obras. O Inter, no entanto, mantém a tranquilidade e garante que as obras devem começar em ainda este ano.
Um dos principais meios de conseguir verba para a remodelação está na venda do antigo estádio dos Eucaliptos. De acordo com o vice-presidente do clube, Pedro Afatato, a negociação renderá algo em torno de R$ 20 milhões, mas a venda da área esbarra em uma séria de pendências judiciais.
O segundo problema que envolve a reforma também parece próximo de um desfecho. No próximo dia 26, em um reunião em Roraima, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) deve conceder a isenção de impostos ao Inter e às outras 11 sedes da Copa 2014.
Durante a semana passada, o ministro Orlando Silva ameaçou excluir da Copa as cidades que não estão cumprindo os prazos impostos pela Fifa. O início das obras, que deveria ocorrer até 1º de março, foi prorrogado para 3 de maio. Essa nova data, porém, deve ser respeitada pelo Inter. O projeto do Beira-Rio, sem contar o entorno, custará cerca de R$ 130 milhões. Os dirigentes colorados admitem que o estádio não deve ter toda a cobertura pronta até a Copa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário